climb every mountain

“The Sound of Music” ❤

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Jimmy

Jimmy, o duende-sem-braço que eu fiz especialmente para o Binho. 🙂
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a little bird told me

A febre do passarinho não se restringe ao Twitter, onde a imagem do animal faz referência a um mensageiro que envia os seus tweets para quem te segue. Os pequenos voadores estão também sob os holofotes da moda e do design. Prova disso é a disseminação de acessórios com o tema:

1 – Para colocar na parede e pendurar as fotos preferidas, Learn to Fly Clip Wire;

2 – Para pendurar as bijus, Out On A Limb Jewelry Stand;

3 – Lencinho para amarrar no pescoço Sheer-yl Crow Scarf;

4 – Colar Flock Apart Necklac;

5 – Brincos Trending Topic Earrings;

6 – Blusa Flock Apart Top;

7 – Organizador de livros Make Ends Tweet Bookends;

8 – Tigela Bird of Her Word Bowl;

9 – Tem até enfeite pra árvore de Natal 🙂 Partridge* in a Pine Ornament Set.

Observem que alguns produtos levam nomes que fazem menção ao microblog (Trending Topic Earrings; Make Ends Tweet Bookends).

Do site modcloth.com.

*Partridge, em português, quer dizer perdiz, mas tá valendo né? 😉

 

Ouvindo: Turn, turn, turn – The Birds (Coincidência, juro!)

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follow your heart.

follow your heart.

montagenzinha que fiz pro Binho ❤

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my two little babies

Mingau ou Miguel Vasconcelos, rechonchudo ciumento, aquariano, de personalidade forte, quer toda a atenção do mundo pra ele (e toda a comida também). É bravo mas sabe ser manhoso. Encontrado em uma obra muito bebê, acolhido este ano por essa que vos fala.
Maysa Vasconcelos, mais conhecida como Paçoca ou Cabeção é uma pisciana magrelinha muito esperta e dengosa. Também adora comer. Logo logo estará gordinha como o Mingau, no que depender da vovó. Foi encontrada na Cidade Nova. Mamãe não resistiu a esse olhar tão tenro.
Estão em fase de conhecimento, mas ainda não aconteceu o contato físico. Andam se estranhando, fazendo uns barulhos esquisitos e umas caras terríveis quando se olham.
Mas essa fase promete ser superada no sábado, quando terão o primeiro encontro oficial! 🙂
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open your heart and let the love in…

Já parou pra pensar o quanto abrimos as portas para a negatividade entrar em nossas vidas?
Certo vez (23 de agosto de 2008 pra ser mais exata, dia do meu aniversário) conversava com uma pessoa sobre uma das minhas maiores paixões: cachorros. Na época eu ainda tinha minha cadelinha, Judy, uma cocker linda que enchia meus dias de alegria. Quando fui mostrar a foto dela pra esta pessoa – alguém que eu acabara de conhecer e que me parecia ser legal -, o celular, depois de certo tempo, logicamente, apagou. E aí a pessoa me veio com suas sábias palavras:
– Tá vendo o que aconteceu? É isso que acontece. Um dia ela vai apagar. Como um dia a minha apagou.
Fiquei meio sem reação diante de tal declaração. Em 1 segundo, diversas coisas passaram em minha cabeça: 1 – tá, todos vamos morrer, mas qual a necessidade de falar isso? 2 – tá, o celular apagou, dã, e daí? 3 – ow, tô te mostrando a foto da minha cadelinha, aquela mesma que me faz muito feliz, é muito fofa e linda e que me dá várias alegrias, conforme estava te contanto agora há pouco.
Depois desse emaranhado de pensamentos momentâneos, a única frase que consegui esboçar foi: “- Ei, vira essa boca pra lá!” E naquele mesmo instante o papo murchou e eu perdi completamente o interesse de continuar alguma conversa com empolgação. Me desintereso fácil. E detalhe: durante algum tempo, a pessoa tentou insistir com o papo mórbido de que 13 anos é muita idade para um cão e que logo ela viria a “apagar” como o celular.
Dois meses depois, Judy realmente veio a falecer. Digo sem dúvidas que foi um dos dias mais tristes da minha vida, senão o mais triste. Sensação que dá em só quem tem um sentimento de verdade.
Passado tudo isso, hoje me peguei lembrando daquele dia em que a pessoa quase me contaminou com um pensamento negativo bem no dia do meu aniversário e pensei se aquilo pudesse ter sido inconsciente. Mas acho que não. Bom, eu sei que jamais faria isso; Mas cada um é cada um, I can judge, but I don’t want to do it.
Dadas as devidas proporções, pensei naquelas pessoas que parecem ter prazer em dizer frases campeãs pra derrubar qualquer autoestima equilibrada: “Nossa, mas você engordou”. “Nossa, sua franja ficou ridícula” – embora nenhuma opinião tenha sido solicitada. Tudo com um ar de reprovação que se pode sentir de longe.
Aí eu pergunto: não é muito melhor só abrir a boca pra dizer “Nossa, como você emagreceu”, ou “seu cabelo ficou bonito assim”. Não estou dizendo que não se deva ser sincero caso isso não seja verdade; e sim que o envenenamento não deve ser propagado.
Aí eu vou me queixar de algo parecido com minha mãe, pessoa que logicamente não quer que eu esquente a cabeça, e vem o velho conselho: “não ligue para o que os outros pensam”; ou ainda “não dê importância a coisas pequenas”. Não deixam de ser bons conselhos. Só que volta e meia me pego perguntando por que o ser humano age assim. É algo que vai além de estar ocasionalmente chateada por determinada atitude ou com orgulho ferido; a questão é como me assusto com a psiquê de algumas pessoas. E essas “pequenas” coisas – que só parecem pequenas – é o que realmente ainda me espanta um cadinho nessa história.
Não confunda autenticidade e sinceridade com falta de educação e até de respeito com os limites do outro.
E abra seu coração pro amor e pras coisas boas, sempre.

Essa é a Judy. Te amo! ❤
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adoro: Fernando Pessoa

“Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.”
Fernando Pessoa

Sou mesmo uma pessoa privilegiada. Na minha vida toda, comprei pouquíssimos livros, e não porque não goste de ler, muito pelo contrário. Tenho um irmão bookholic, por assim dizer. Desde que me conheço por gente, “gateio” esses seus valiosos pertences. Opções nunca me faltaram, afinal ele compra de todos os tipos: enredos românticos, envolventes, oba-oba, poesias, best sellers… E tudo isso com muito bom gosto, diga-se. E eu, só ali na butuca, sempre de olho nas novas e velhas aquisições do meu querido maninho.

O surrupiadinho da vez é um livro de poesias do Fernando Pessoa, poeta com alma de filósofo, enigmático, rei dos questionamentos da verdade que nos é imposta, trasmite, pelo menos pra mim, uma esperança, um acalmar das ansiedades.

Selecionei um poema muito especial contido nesse livro:

Liberdade

Ai que prazer

Não cumprir um dever.

Ter um livro para ler

E não o fazer!

Ler é maçada,

Estudar é nada.

O sol doira sem literatura.

O rio corre bem ou mal,

Sem edição original.

E a brisa, essa, de tão naturalmente matinal

Como tem tempo, não tem pressa…

Livros são papéis pintados com tinta.

Estudar é uma coisa em que está indistinta

A distinção entre nada e coisa nenhuma.

Quanto melhor é quando há bruma.

Esperar por D. Sebastião,

Quer venha ou não!

Grande é a poesia, a bondade e as danças…

Mas o melhor do mundo são as crianças,

Flores, música, o luar, e o sol que peca

Só quando, em vez de criar, seca.

E mais do que isto

É Jesus Cristo,

Que não sabia nada de finanças,

Nem consta que tivesse biblioteca…

Logicamente não poderia deixar de agradecer: obrigada, maninho!

 

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