dolce far niente

Quem me conhece sabe que tenho um caso sério com filmes românticos protagonizados pela Julia Roberts – vide “Nothing Hill” e “O casamento do meu melhor amigo”. Como era de se esperar, ontem não resisti e me rendi aos encantos da doce sinopse do filme “Comer, rezar, amar”.

O filme pode não ser dos mais marcantes e originais da sétima arte – partindo da premissa que estamos falando de uma versão do best-seller autobiográfico de Elizabeth Gilbert, que por sinal não li –­, mas é capaz, sim, de proporcionar uma little joy. Gostei bastante da abordagem delicada sobre a estranha relação que nós temos com Deus, reza, concentração, equilíbrio, comida, culpa, penitência…

Mas o mais legal foi que eu me inspirei para conhecer melhor a Itália e toda essa história do dolce far niente (em português, “o doce fazer nada”), ou em outras palavras, saborear o dia a dia conforme as inspirações que determinado momento sugere.

Enfim, quando saí do cinema com essa exata sensação, percebi que necessito passar uns dias na Itália só com esse objetivo.

Que tal entregar-se ao dolce far niente da vida e inverter alguns hábitos?

Elizabeth Gilbert, personagem de Julia Roberts, em sua bicicletinha retrô

A Itália em questão pode ser Paraty, Rio de Janeiro, São Paulo…

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